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Nasceu sem cérebro e tem 6 anos

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A douta “opinião pública” bem sabe que bebês anencéfalos não sobrevivem; mas e se sobreviverem?

Jimena é uma garota mexicana que tem seis anos de idade. Quando engravidou, a sua mãe tinha 15 anos e, o pai, 16; ao nascer, a garota foi entregue para adoção, sendo acolhida mais tarde por um casal de membros do Movimento Regnum Christi, Pepe e Celia, que nos oferecem hoje este belo testemunho.

Não sou médico e não entendo as distinções entre os diversos tipos de patologias neurológicas que atingem os fetos ainda em formação e, portanto, não sei dizer exatamente qual o problema que a Jimena possui, que também não é precisado pelo site; no entanto, sei que Jimena não tem cérebro. O neurologista da menina diz que ela nasceu assim, somente com o tronco cerebral e um pouco do cerebelo e, por conseguinte, não ouve e nem enxerga. Chama a menina de “milagrezinho”, porque crianças com este problema não vivem mais do que oito meses, no máximo um ano, e Jimena tem seis.
Segundo o pai da menina, Jimena é “a grande lutadora em favor da vida. Minha esposa a tem levado a vários congressos de deputados, onde estão tratando de leis em relação à vida, e ela [a mãe] lhes põe [a menina] nos braços, fala-lhes de como ela é, e os deixa tocados. [Jimena e]stá mudando a forma de pensar de muita gente”.
Fonte: http://goo.gl/m7Hmb

OUTROS CASOS:

Quinta-feira, 05 de abril de 2012, 12h14

Menina anencéfala de 2 anos surpreende ciência

Renata Vasconcelos
Canção Nova Notícias, SP

Na próxima quarta-feira, 11, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a polêmica ação que permitirá ou não o aborto em caso de feto com má-formação no cérebro. De um lado, a ciência argumenta que bêbes com esse diagnóstico são incompatíveis com a vida. De outro, os pais que defendem o direito de seus filhos especiais à vida.

É o caso de Vitória de Cristo, que não só sobreviveu ao parto, mas hoje com 2 anos, continua supreendendo a ciência que nem sempre consegue explicar o milagre da vida.

Assista à reportagem

Fonte: http://goo.gl/2aLJO
– – – – —

Posso estar tranqüila assim, mas que eu estou sofrendo, estou. Mas eu fiz a escolha certa. Eu deixei ela viver o tempo dela. O tempo que Deus permitiu que ela vivesse. Chegou o momento. Ele me deu uma jóia, um diamante para eu cuidar e eu cuidei até quando Ele veio buscar.” – Cacilda Galante Ferreira, agricultora, mãe de Marcela de Jesus Ferreira, durante o velório da filha anencáfala (sem cérebro) nascida em Patrocínio Paulista (SP).

Um ano, oito meses, doze dias e um velório por onde passaram 1.500 pessoas. O falecimento da pequena Marcela de Jesus Ferreira, o bebê anencéfalo que desafiou a medicina, nada teve a ver com a ausência do cortéx cerebral, não se tratou de falência dos órgãos. Marcela sofreu uma parada respiratória e na última sexta-feira, 1 de agosto, seu exemplo de superação chegava ao fim.
Para a pediatra de Marcela, Márcia Beani Barcellos, não há dúvidas de que a vida da menina foi um exemplo de que um diagnóstico médico não pode ser considerado definitivo. Quando Marcela nasceu a medicina lhe deu apenas algumas horas de vida.
O milagre da vida da pequena levantou suspeitas de que ela não seria, de fato, um bebê anencéfalo. No entanto médicos de diversas especialidades constataram, após terem acesso ao laudo e às imagens da ressonância magnética feita na menina, que de fato a deficiência do bebê era mesmo anencefalia.

Fonte: http://goo.gl/7wUve

– – – –

Um diamante chamado Giovanna

setembro 17, 2008 por Wagner Moura


(Foto: Elza Fiúza/ABr)

“Na minha gravidez não teve esse sofrimento estúpido como se diz por aí. O que me fazia sofrer era quem não via vida na minha gravidez.”Mônica Torres Lopes Sanches, mãe de criança com anencefalia, durante a última audiência do STF sobre aborto eugênico de fetos anencéfalos.

FOnte: http://goo.gl/pFOiC

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Written by primeiramente

abril 11, 2012 às 1:26 pm

Publicado em Uncategorized

4 Respostas

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  1. “De outro, os pais que defendem o direito de seus filhos especiais à vida.”
    essa foi a pior “bobajada” que eu vi escrita.
    NINGU?EM ESTÁ TENTANDO TIRAR O DIREITO DE QUEM QUER TER ESSAS CRIANCAS, SE ELAS QUEREM TER A CRIANCA NAO SERAO OBRIGADAS A ABORTAR.

    Esta lei é para dar o direito a quem nao quer ir adiante com a gestacao.

    Laryssa

    abril 11, 2012 at 5:38 pm

    • Sra.Laryssa,

      está bastante claro o mérito da questão: não se trata de abortar compulsoriamente todas as crianças anencéfalas, mas sim de ser lícito ou não a morte delas apesar de seu defeito de formação. E é razoável que não exista um suposto “direito” de tirar a vida tomando uma deficiência por critério. Este post mostra que, ao contrário do que dizem algumas correntes ideológicas, a realidade é que muitas crianças podem sim sobreviver dias ou até anos apesar de terem sido diagnosticadas anencéfalas.

      Atenciosamente – Equipe do Primeiramente

      primeiramente

      abril 12, 2012 at 2:30 am

  2. Com todo o respeito aqui, mas colocando o meu contraponto, venho esclarecer que má formação cerebral NÃO É sinônimo de anencefalia.

    Além disso, será que é mesmo razoável levar até o fim a gestação de uma criança que caso sobreviva, tende a levar uma vida vegetativa com uma oneração bem maior do que uma criança sem tais problemas para a família que cuidará dela?

    Não está se discutindo se deve ter o aborto em tais casos, mas se o aborto neste caso em específico não fere os preceitos constitucionais, apesar de não estar previsto em lei.

    Cabe o questionamento neste caso, mas acho que este poderia ser feito de forma mais inteligente e menos apelativa.

    Marciel

    abril 11, 2012 at 11:20 pm

    • Sr.Marciel

      anencefalia é um dos tipos de má formação cerebral, embora muitos casos de meroanencefalia – formação parcial do cérebro – ser erroneamente diagnosticado como anencefalia, o que poderia levar à estigmatização da criança e até uma ameaça à vida dela por conta de que seria proposto aborto à gestante.

      Sobre a tua pergunta “será que é mesmo razoável levar até o fim a gestação de uma criança que caso sobreviva, tende a levar uma vida vegetativa”, é precisamente este o cerne da questão. Fazer esta pergunta não acrescente qualquer argumento à polêmica, mas sim apenas retorna ao questionamento inicial. O mais razoável, que é o que sempre tem sido defendido por todas as culturas e constituições até hoje, é que não é ético escolher critérios que julguem se uma vida vale a pena ou não, pois estaria-se abrindo brecha para crimes como os do nazismo.

      Não há apelação quando se mostra apenas os fatos, que foi o conteúdo deste post.

      Atenciosamente – Equipe do Primeiramente

      primeiramente

      abril 12, 2012 at 2:37 am


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